quinta-feira, 19 de maio de 2011

Poesias da Sonia

"Hoje acordei pensando numa canção,
Num tom.
Maior ou menor?
De amor ou de amigo?
Canção com muitas fusas e semi fusas,
Tocadas ao piano.
E eu nem sei tocar!
Uma canção que lembre nossos momentos
Nosso amor
E eu nem te amo mais!"


"Ai!
Essa saudade que me mata
e me maltrata
Saudades...
Saudades do teu cheiro,
Saudades do teu sussurro,
Saudades da tua barriga calma e suave
Saudades dos enlaces frenéticos de nossas pernas
Dos nossos corpos
Saudade de tua sede
Do teu suor
Do teu sexo
Saudades de nós."

Autora: Sonia Santos

terça-feira, 17 de maio de 2011

De: Sonia Santos (minha amiga)

Daí eu disse ao meu coração:
Não me deixe sofrer
Não sofra, disse-me ele
Sofra só um pouquinho
Na medida certa
Para sentir o gostinho
Após, arranje um jeito de sair,
Pular,
Cantar,
Pisar no chão e
Desencanar.

Cores


De: Cesar Santos

Quero ter uma vida maravilhosa,
Te ouvir em ritmo de "Bossa Nova",
Te amar em rimas de poemas e prosas,
E pela manhã te enviar buquês de rosas.
Por você, na Sibéria fico/corro/ando nú,
Grito seu nome do norte para que ecoe no sul,
Dar compasso ao coração como no maracatu,
Nado toda essa imensidão de cor azul.
Te dou meu sorriso mais sincero,
Um simples abraço seu, é o que eu espero,
Se quiser pinto nosso quarto de amarelo.
Na verdade, pinto da cor que quiser,
Mudo a cor de toda a minha vida,
Do preto fui para o branco e depois para você.
 
Disponível em: http://poesiascesarsantos.blogspot.com/2011/03/cores-quero-ter-uma-vida-maravilhosa-te.html#comments

domingo, 20 de março de 2011

O roubo no ônibus

Por Katia Gomes da Silva
A história que aqui vou contar foi me dita por uma amiga, a quem tinha sido confidenciada por outra amiga, a tal que passou pelo acontecido.
Certo dia, num ônibus onde o destino era longe, uma senhora estava bem cansada e foi tirar um cochilo, desses difíceis de resistir. Quando ela acorda, ela repara que o homem ao seu lado, usava um relógio exatamente igual ao que ela tinha. Ao olhar para seu punho, descobre que estava sem seu relógio e ela fica pensando: “seria esse o meu relógio?”. Ela fica refletindo sobre o assunto e conclui que aquele era o seu relógio, pois ela usava-o diariamente. Achou aquilo o fim do mundo, pois como podem roubar as pessoas assim, dormindo?! Indignada e para que o mundo não continuasse com essas liberdades extravagantes, ela resolveu agir. Ela abre a bolsa, retira um canivete e ameaça seu colega de ônibus declarando: “passa meu relógio agora!”. O cara obedece! É claro!
Pouco tempo depois, chega seu destino, ela desce toda orgulhosa de seu feito, de ter recuperado seu relógio, quem sabe desse jeito o cara se mancaria e não roubaria mais as pessoas, sabendo do risco que se corre com essas atitudes.
Ela chega a sua casa e em cima da mesa, ela vê seu relógio...

sábado, 12 de março de 2011

HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!

Texto do Padre Fábio de Melo

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.

Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.

Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...

Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!

Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.

Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...

Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.

Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."

Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar...?

"Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores."
Romanos5:8

 

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Sugestão de leitura: "Canteiros de Saturno"


Por Katia Gomes da Silva
O livro nos traz personagens magníficos. O enredo entrelaça-os, ora um é principal, noutra hora é o outro. Apaixonar-se por eles é tarefa fácil, pois Ana Maria Machado nos convida a contemplar a beleza e a simplicidade da vida por meio de suas palavras. Podemos retirar muitas lições das situações ocorridas e das conversas realizadas. Conversas essas que nos dá vontade de estar ali junto, no meio dos debates cotidianos, participando dos papos, sempre tão interessantes. Somos enriquecidos de informações culturais, literárias e outras. A história se passa na década de 1980, momento de transição no Brasil, época de urgência para uma democratização, muitas vezes banalizadas por nós, nos dias atuais, principalmente, os que já nasceram com ela e que acham tão natural algo que foi duramente batalhado e conquistado.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Corpos perdidos

Por Katia Gomes da Silva
Ah! Esse corpo magro e sarado
Sempre disposto, que não nega trabalho
Vontade de te abraçar como nunca e como sempre
Ter junto a mim seu corpo quente
Beijar-te desesperadamente
Sentir tua boca urgente
Tocá-lo quase como em descoberta
Fechar a saudade aberta
Deixar-te sem fôlego e sem ar
Contra o meu corpo te apertar
Com o seu toque me arrepiar
E ver tua boca a me procurar
Roçar a pele e te cheirar
Ouvir teus suspiros e te amar
Ter você mais uma vez dentro de mim
E de novo e outra vez e sempre assim
Novamente te beijar, abafando meus gemidos
Reencontro de corpos perdidos.